Duas tragédias provocadas pela imprudência no manuseio de
fogos de artifício deixaram saldo de dois mortos entre a noite de sábado
e a madrugada de ontem, no Rio e em São Paulo. Uma das vítimas foi um
menino de apenas 3 anos de idade.
Em Maricá, o comerciante Gilberto Francisco da Silva, 42 anos, foi atingido por vários disparos dos fogos após ter acendido o pavio da sequência de rojões, de acordo com informações do Corpo de Bombeiros. O acidente ocorreu pouco antes da virada do ano, e Gilberto chegou a ser socorrido por uma equipe médica, mas não resistiu aos ferimentos - a maioria na cabeça - causados pelo artefato. A interdição da rua devido à queima de fogos e a grande quantidade de pessoas dificultou a chegada do socorro ao local.
Segundo vizinhos, Gilberto, também conhecido como Pipico, realizava anualmente uma queima de fogos na Rua 40, no bairro Guaratiba, onde morava e era muito conhecido, por ser proprietário de um quiosque em rua próxima.
Pai dá rojão na mão do filho
Já em Guarulhos, na Grande São Paulo, um menino de 3 anos foi morto pela explosão de um rojão, na madrugada de ontem. De acordo com a Polícia Civil paulista, o menino tentava acender um rojão cedido pelo próprio pai no momento do acidente, por volta de 1h. A família passava o Réveillon na casa de parentes, no bairro Jardim Angélica, quando o pai pediu ao filho que acendesse um dos artefatos, que explodiu e atingiu o pescoço da criança.
O menino, cujo nome não foi divulgado, chegou a ser levado para um hospital da região pela mãe, mas já chegou morto à unidade. O caso foi registrado no 4º Distrito Policial de Guarulhos, e o pai da vítima responderá por homicídio culposo (quando não há intenção de matar). Ele prestou depoimento e foi liberado em seguida.
Em Maricá, o comerciante Gilberto Francisco da Silva, 42 anos, foi atingido por vários disparos dos fogos após ter acendido o pavio da sequência de rojões, de acordo com informações do Corpo de Bombeiros. O acidente ocorreu pouco antes da virada do ano, e Gilberto chegou a ser socorrido por uma equipe médica, mas não resistiu aos ferimentos - a maioria na cabeça - causados pelo artefato. A interdição da rua devido à queima de fogos e a grande quantidade de pessoas dificultou a chegada do socorro ao local.
Segundo vizinhos, Gilberto, também conhecido como Pipico, realizava anualmente uma queima de fogos na Rua 40, no bairro Guaratiba, onde morava e era muito conhecido, por ser proprietário de um quiosque em rua próxima.
Pai dá rojão na mão do filho
Já em Guarulhos, na Grande São Paulo, um menino de 3 anos foi morto pela explosão de um rojão, na madrugada de ontem. De acordo com a Polícia Civil paulista, o menino tentava acender um rojão cedido pelo próprio pai no momento do acidente, por volta de 1h. A família passava o Réveillon na casa de parentes, no bairro Jardim Angélica, quando o pai pediu ao filho que acendesse um dos artefatos, que explodiu e atingiu o pescoço da criança.
O menino, cujo nome não foi divulgado, chegou a ser levado para um hospital da região pela mãe, mas já chegou morto à unidade. O caso foi registrado no 4º Distrito Policial de Guarulhos, e o pai da vítima responderá por homicídio culposo (quando não há intenção de matar). Ele prestou depoimento e foi liberado em seguida.
Fonte:Meia Hora e Band
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