HOMICÍDIO A BALA NO SÃO JOÃO DO TAUAPE EM FORTALEZA

Um homicídio com características de execução foi registrado na noite de ontem (30) por volta de 20h00min no bairro São João do Tauape.

Vídeo de professor espancando aluno durante a aula choca espanhóis

Um vídeo de um professor espancando seu aluno durante a aula chocou a Espanha nesta semana.

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

MAIS UM POLICIAL MILITAR É ASSASSINADO EM FORTALEZA


Sargento foi morto por dois homens que fugiram de moto. Crime ocorreu no Álvaro Weyne. O PM recebeu oito tiros
Subiu para 16 o número de policiais assassinados, neste ano, no Ceará. Foi o quarto caso em apenas uma semana. A mais recente vítima da violência foi o sargento PM Pedro de Albuquerque Simplício, que era destacado no 12ºBPM (Caucaia) e, horas antes do crime, havia sido colocado em liberdade após cumprir detenção disciplinar no Presídio da Corporação.

Ele foi assassinado com oito tiros, na noite de ontem, na zona oeste de Fortaleza. O crime ocorreu por volta das 21h50, na Rua Doutor Hugo Rocha, no bairro Álvaro Weyne. Os assassinos são dois homens que fugiram do local em uma moto preta. Ambos estavam sem capacetes. O garupeiro vestia uma camisa preta. O comparsa, na garupa, trajava uma camisa cinza com detalhes azuis. Eles seguiram em fuga em direção ao Jardim Iracema.

Mistério
A Polícia não sabe ainda o que motivou o crime. No local do crime surgiram boatos - não confirmados - de que os assassinos tinham como ´alvo´ um filho do PM. Baleado, o militar ainda foi socorrido por populares. Uma ambulância do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) compareceu ao local, mas logo os socorristas constataram o óbito do militar.

Dezenas de policiais em várias viaturas da PM (Ronda do Quarteirão, Policiamento Ostensivo Geral, Batalhão de Choque e motopatrulhas do Raio) compareceram ao local do crime. Até o encerramento desta edição, a Polícia não havia prendido os autores da execução.

Com a morte do sargento Simplício subiu para 16 os crimes contra policiais no Ceará em 2011, contra 19 casos em 2010.

Na quarta-feira da semana passada, dia 28, o inspetor da Polícia Civil, Daniel Soares de Sousa, 29, foi baleado durante um assalto, em Messejana, e morreu no dia seguinte.

No sábado passado (1º ), o sargento reformado da PM José Paulo de Freitas, 53, foi assassinado, a tiro, dentro de um bar, no bairro Álvaro Weyne. Menos de 24 horas depois, outro PM, identificado como sendo o soldado Murilo Brito Costa, 24, que estava de licença para tratamento de saúde, foi assassinado, com vários tiros, no bairro Bonsucesso (zona sul). Uma semana antes, um policial militar e um policial civil foram mortos em Juazeiro do Norte.


Fonte: DN
Blog da Força Tática

MORRE STEVE JOBS, FUNDADOR DA APPLE

Morreu nesta quarta-feira (5) aos 56 anos o empresário Steven Paul Jobs, criador da Apple, do estúdio de animação Pixar e pai de produtos como o Macintosh, o iPad, o iPhone e o iPad.
Idolatrado pelos consumidores de seus produtos e por boa parte dos funcionários da empresa que fundou em uma garagem no Vale do Silício, na Califórnia, e ajudou a transformar na maior companhia de capital aberto do mundo em valor de mercado, Jobs foi um dos maiores defensores da popularização da tecnologia. Acreditava que computadores e gadgets deveriam ser fáceis o suficiente para ser operados por qualquer pessoa, como gostava de repetir em um de seus bordões prediletos era "simplesmente funciona" (em inglês, "it just works"), impacto que foi além de sua companhia e ajudou a puxar a evolução de produtos como o Windows, da Microsoft.
A luta de Jobs contra o câncer desde 2004 o deixou fisicamente debilitado nos anos de maior sucesso comercial da Apple, que escapou da falência no final da década de 90 para se transformar na maior empresa de tecnologia do planeta. Desde então, passou por um transplante de fígado e viu seu obituário publicado acidentalmente em veículos importantes como a Bloomberg.
Foi obrigado a lidar com a morte, que temia, como a maioria dos americanos de sua geração, desde os dias de outubro de 1962 que marcaram o ápice da crise dos mísseis cubanos. "Fiquei sem dormir por três ou quatro noites porque temia que se eu fosse dormir não iria acordar", contou, em 1995, ao museu de história oral do Instituto Smithsonian.
"Ninguém quer morrer", disse, posteriormente, em discurso a formandos da universidade de Stanford em junho de 2005, um feito curioso para um homem que jamais obteve um diploma universitário. "Mesmo as pessoas que querem ir para o céu não querem morrer para chegar lá. E, por outro lado, a morte é um destino do qual todos nós compartilhamos. Ninguém escapa. É a forma como deve ser, porque a morte é provavelmente a melhor invenção da vida. É o agente da vida. Limpa o velho para dar espaço ao novo."
Home da Apple (Foto: Reprodução) 
Na página da Apple, foto em homenagem ao
fundador
 
Homem-zeitgeist
A melhor invenção da vida, nas palavras do zen-budista Jobs, deixa a indústria da tecnologia órfã de seu "homem-zeitgeist", ou seja, o empresário que talvez melhor tenha capturado a essência de seu tempo. Jobs apostou na música digital armazenada em memória flash quando o mercado ainda debatia se não seria mais interessante proteger os CDs para fugir da pirataria.
Ele acreditou que era preciso gastar poder computacional para criar ambientes gráficos de fácil utilização enquanto as gigantes do setor ainda ensinavam usuários a editar o arquivo "AUTOEXEC.BAT" para configurar suas máquinas. Ele viu a oportunidade de criar smartphones para pessoas comuns ao mesmo tempo em que o foco das principais fabricantes era repetir o sucesso corporativo do BlackBerry.
Sob o comando de Jobs, a Apple dizia depender muito pouco de pesquisas de mercado. “Não dá para sair perguntando às pessoas qual é a próxima grande coisa que elas querem. Henry Ford disse que, se tivesse questionado seus clientes sobre o que queriam, a resposta seria um cavalo mais rápido", afirmou, em entrevista à revista "Fortune" em 2008. Em 2010, quando perguntado sobre quanto a Apple havia gasto com pesquisa com consumidores havia sido feito para a criação do iPad, Jobs respondeu que "não faz parte do trabalho do consumidor descobrir o que ele quer. Não gastamos um dólar com isso."
Nem sempre esta habilidade garantiu o sucesso da Apple, como na primeira versão da Apple TV, computador adaptado para trabalhar com central multimídia que não conseguiu um volume de vendas relevantes. Mas Jobs conseguia minimizar os fracassos: no caso da Apple TV, ele dizia que se tratava de um "hobby", um projeto pessoal que não fazia tanta diferença nos planos da empresa.
Perfeccionista e workaholic, Jobs gostava de controlar todos os pontos da produção da Apple, resistindo, inclusive, à decisão de terceirizar gradativamente a fabricação dos produtos da companhia para fabricantes chineses - plano proposto e executado pelo agora novo comandante da companhia, Tim Cook, e que se mostrou acertado.
Steve Jobs anunciou que deixará cargo de presidente da Apple (Foto: Reuters) 
Steve Jobs durante apresentação de produto
da Apple nos EUA 
 
Conhecido como um “microgerente”, nenhum produto da Apple chegava aos consumidores se não passasse pelo padrões Jobs de qualidade e de excentricidade. Isso incluía, segundo relatos, o número de parafusos existentes na parte inferior de um notebook e a curvatura das quinas de um monitor. No dia do anúncio de que Jobs estava deixando o comando da Apple, Vic Gundotra, criador do Google Plus, contou que recebeu uma ligação do presidente da Apple no domingo para pedir que fosse corrigida a cor de uma das letras do ícone do atalho do Google no iPhone.
Na busca por produtos que fossem de encontro com seu padrão de qualidade pessoal, Jobs era criticado em duas frentes. Concorrentes e boa parte dos consumidores que tentavam fugir da chamado "campo de distorção da realidade" criado pela Apple reclamavam das diversas decisões que faziam dos produtos da companhia um "jardim fechado", incompatíveis com o resto do mundo e restritos a normas que iam além de restrições tecnológicas. Tecnicamente sempre foi possível instalar qualquer programa no iPhone, mas a Apple exige que o consumidor só tenha acesso aos programas aprovados pela companhia.
Internamente, entre alguns de seus funcionários, deixou a imagem de "tirano". Alan Deutschman, autor do livro “The second coming of Steve Jobs", afirma que, ao lado do "Steve bom", o mago das apresentações tão aguardadas pelo didatismo e capacidade de aglutinar o interesse do consumidor, também existia o “Steve mau”, um sujeito que gostava de gritar, humilhar e diminuir qualquer pessoa que lhe causasse algum tipo de desprazer.
Ao jornal “The Guardian”, um ex-funcionário que trabalhou na Apple por 17 anos comparou a convivência com Steve com à sensação de estar constantemente na frente de um lança-chamas. À revista “Wired”, o engenheiro Edward Eigerman afirmou: “mais do que qualquer outro lugar onde já trabalhei, há uma grande preocupação sobre demissão entre os funcionários da Apple”. A mesma publicação contou que o diretor-executivo não via problemas em estacionar sua Mercedes na área da empresa reservada aos deficientes físicos -- às vezes, ele ocupava até dois desses espaços.
Jobs também sempre precisou de um "nêmesis", um inimigo que ele satanizava e ridicularizava em público como contraponto de suas ações na Apple. O primeiro alvo foi a IBM, com quem disputou o mercado de computadores pessoais principalmente no início dos anos 80. Depois, a Microsoft, criadora do MS-DOS e do Windows. Mais recentemente, Jobs vinha mirando o Google, gigante das buscas na internet cujo presidente chegou a fazer parte do conselho de administração da Apple, e que investiu no mercado de sistemas para smartphones com o Android. Jobs ordenou que a Apple lutasse, mesmo que judicialmente, contra o programa que ele considerava um plágio do iOS, coração do iPhone e do iPad.

Do LSD ao Mac
O sucesso empresarial de Jobs é ainda um dos principais resquícios da transformação da contracultura dos anos 60 e 70 em mainstream nas décadas seguintes. A companhia que hoje briga para ser a maior do mundo foi fundada após Jobs ir à Índia em 1973 em busca do guru Neem Karoli Baba. O Maharaji morreu antes da chegada de Jobs, mas o americano dizia que havia encontrado a iluminação no LSD.
"Minhas experiências com LSD foram uma das duas ou três coisas mais importantes que fiz em minha vida", disse, em entrevista ao "New York Times". Depois, afirmou que seu rival, Bill Gates, seria "uma pessoa (com visão) mais ampla se tomasse ácido uma vez". O LSD foi a mesma droga que fascinara o inventor do mouse e precursor do ambiente gráfico, Douglas Englebart, cerca de dez anos antes de Jobs.
Coincidentemente foram o mouse e o ambiente gráfico os inventos que chamaram a atenção de Jobs na fatídica visita ao laboratório da Xerox em Palo Alto, em 1979. É uma das histórias mais contadas e recontadas do Vale do Silício, e as versões variam entre acusações de espionagem industrial à simples troca pela Apple de patentes que a Xerox não teria interesse em desenvolver por ações da companhia, que abriria seu capital no ano seguinte.
Fato é que a equipe de Jobs voltou da visita encantada com a metáfora do "desktop" utilizada pelo Xerox Alto. A integração entre ícones representando cada uma das funções do computador, acessadas por meio de uma seta comandada por um mouse, foi a base do Apple Lisa e, posteriormente, do Macintosh.
Com o "Mac", enfim, Jobs conseguiu colocar em prática a visão de que havia desenvolvido em parceria com o amigo e sócio Steve Wozniak, responsável pela criação das soluções técnicas que fizeram dos primeiros computadores da Apple máquinas que mudaram o cenário da computação "de garagem" que vinha se desenvolvendo nos Estados Unidos nos anos 70. Agora, 8 anos após a fundação da empresa, Jobs e "Woz" apresentavam um computador que não era feito para "o restante de nós".
"Algumas pessoas acreditam que precisamos colocar um IBM PC sobre cada escrivaninha para melhorarmos a produtividade. Não vai funcionar. As palavras mágicas especiais que você precisa aprender são coisas como 'barra Q-Z'. O manual para o WordStar, processador de texto mais popular, tem 400 páginas. Para escrever um livro, você precisa ler um livro - e um que parece um mistério complexo para a maioria das pessoas", afirmou Jobs em entrevista publicada pela Playboy americana de fevereiro de 1985.
Na frase, Jobs demostra que queria enfrentar a IBM, gigante nascida no início do século e que, depois de dominar o mercado de servidores corporativos, queria tomar também o setor de computadores pessoais. Para ele, as máquinas da IBM eram feitas "por engenheiros e para engenheiros", e havia a necessidade de criar algo para o "restante", ou, como diria a famosa campanha "Pense diferente" da Apple de 1997, um computador para "os loucos, os desajustados, os rebeldes (..), as peças redondas encaixadas em buracos quadrados".

Saída da própria empresaMas o sucesso do Mac - que viria posteriormente a impulsionar a adoção de ambientes gráficos até mesmo entre os computadores da IBM (com o Windows, criado pela Microsoft) - não evitou que Jobs acabasse demitido de sua própria companhia. As disputas internas entre equipes que queriam investir no mercado corporativo e as que apostavam apenas no consumidor fizeram com que John Sculley, vindo da Pepsi à convite do próprio Jobs, convencesse o conselho de administração de que era hora da empresa se livrar de seu fundador.
Durante a década em que esteve fora, Jobs fez dois investimentos que acabaram, de maneiras diferentes, alavancando o mito em torno de seu "toque de midas". No primeiro, pagou US$ 10 milhões pela problemática divisão de computação gráfica da LucasFilm, empresa de George Lucas responsável por franquias do cinema como Star Wars e Indiana Jones. A nova empresa foi batizada de Pixar, e após emplacar sucessos como “Toy story”, “Vida de inseto”, “Monstros S.A.” e “Procurando Nemo”, acabou sendo adquirida pela Disney por US$ 7,4 bilhões em 2006. No processo, Jobs se transformou no maior acionista individual da companhia de Mickey Mouse.
O outro investimento foi a semente não apenas do retorno de Jobs à Apple, mas teve relação direta com o surgimento da World Wide Web, invenção que impulsionou o crescimento da internet no mundo. Com a NeXT, Jobs desenvolveu computadores poderosos indicados para o uso educacional e desenvolvimento de programas. Um terminal NeXT foi usado por Tim Berners-Lee como o primeiro servidor de web do mundo, em 1991. Em dezembro de 2006, a Apple adquiriu a NeXT, manobra que serviu para incorporar tecnologias ao grupo e trazer Jobs de volta para o comando da companhia.
O retorno de Jobs marca o início de uma era de crescimento para a Apple incomum na história do capitalismo americano. A sequência de sucessos - alguns atrelados a mudanças no paradigma de mercados importantes - inclui o MacBook, o tocador digital iPod, a loja virtual iTunes, o iPhone e o iPad. A maioria destes produtos veio de ideias impostas pelo próprio Jobs. À revista “Fortune”, em 2008, Jobs falou sobre sua tão aclamada criatividade - "sempre aliada ao trabalho duro", como ele mesmo enfatizou. "Não dá para sair perguntando às pessoas qual é a próxima grande coisa que elas querem. Henry Ford disse que, se tivesse questionado seus clientes sobre o que queriam, a resposta seria um cavalo mais rápido."
Nesta segunda passagem, Jobs reforçou ainda o legado de um empresário ímpar, que impunha uma visão holística na criação, desenvolvimento e venda de seus produtos, Do primeiro parafuso ao plástico que embalaria a caixa de cada aparelho, passando por custo, publicidade, estratégia de vendas.

Sigilo na vida pessoal
A mesma discrição que Jobs impunha na vida profissional - os lançamentos da Apple sempre foram tratados como segredo, aumentando a gerar um movimento de especulação que acabava servindo como publicidade gratuita - foi adotada em sua vida pessoal. Por isso, a luta do executivo contra o câncer no pâncreas foi tratada com muito sigilo, dando margem a uma infinidade de boatos.
Em 2004, Jobs fez tratamento após descobrir um tipo raro da doença. Durante o ano de 2008, Jobs foi aparecendo cada vez mais magro e os boatos aumentaram, até que ele anunciou em janeiro de 2009 seu afastamento da diretoria da empresa para cuidar da saúde. No início de 2011, novo afastamento, até que, em agosto, Jobs deixou de vez o comando da Apple. "Eu sempre afirmei que se chegasse o dia em que eu não fosse mais capaz de cumprir minhas obrigações e expectativas como CEO da Apple, eu seria o primeiro a informá-los disso. Infelizmente, este dia chegou", afirmou, em comunicado.
A vida reservada fez, por exemplo, que Jobs não tivesse contato direto com sua família biológica. Nascido em 24 de fevereiro de 1995 em San Francisco, filho dos então estudantes universitários Abdulfattah John Jandali, imigrante sírio e seguidor do islamismo, e Joanne Simpson, foi entregue à adoção quando sua mãe viajou de Wisconsin até a Califórnia para dar à luz.
Segundo o pai biológico, os sogros não aprovavam que sua filha se casasse com um imigrante muçulmano. Lá, ele foi adotado por Justin e Clara Jobs, que moravam em Mountain View. Seus pais biológicos depois se casaram e tiveram uma filha, a escritora Mona Simpson, que só descobriu a existência do irmão depois de adulta.
Do pai adotivo, herdou a paixão de montar e desmontar objetos. Assim como Paul, Steve não chegou a ser um especialista em eletrônicos, mas ao aprender os conceitos básicos conseguiu se aproximar das pessoas certas no lugar certo. Vivendo no Vale do Silício, conheceu Steve Wozniak, gênio criador do primeiro computador da Apple. Trabalhou na Atari até decidir criar, com Woz, sua própria empresa.
Em mais uma conexão com a contracultura, Jobs teria tido um relacionamento de curta duração com a cantora folk Joan Baez, ex-namorada do ícone da música Bob Dylan, talvez o maior ídolo do empresário.
Casado com Laurene Powell desde 1991, Jobs deixa quatro filhos: Reed Paul, Erin Sienna, e Eve, nascidos de seu relacionamento com Laurene, e Lisa Brennan-Jobs, de um relacionamento anterior com a pintora Chrisann Brennan.
Fonte: G1
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PM REAGE A ASSALTO E MATA BANDIDO NO RECIFE

Um policial militar que levava o filho para o colégio, reagiu a um assalto e atirou contra dois homens que abordou o veículo que ele dirigia, um Voyage, na Rua Tomaz Gonzaga, no bairro da Torre. O caso aconteceu na manhã desta quarta-feira.
Um dos assaltantes baleado morreu no local, o outro, ferido na perna, conseguiu fugir. De acordo com as primeiras informações, os ladrões desceram de um veículo Celta vermelho onde estava mais um assaltante, que conseguiu fugir. O morto foi identificado como André Felipe Oliveira, de 19 anos. Com ele foi apreendido um revólver calibre 38.
De acordo com a polícia, o PM, lotado no 12º Batalhão, mas não foi identificado, permaneceu no local, ao contrário do que foi dito anteriormente, chamou reforço e uma ambulância e recolheu a arma do assaltante. Em seguida, ele se apresentou ao Departamento de Homicidios e Proteção a Pessoa (DHPP), no bairro da Imbiribeira.
Fonte: Diário de Pernambuco
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PM TEM DE VESTIR A CAMISA

De cinco anos para cá, a segurança pública do Rio de Janeiro tem sobressaído no país por seus feitos. Entre os quais, a retomada de territórios cariocas ocupados por traficantes com armas de guerra, a criação das unidades de policia pacificadora e a superação de crises dentro do próprio sistema. A última, causada pelo assassinato da juíza Patrícia Acioli por policiais.
Na semana passada veio à tona que a juíza, famosa por condenar policiais delinquentes, teria sido executada por ordem do tenente-coronel Cláudio Luiz de Oliveira: ex-comandante de dois batalhões. E, supostamente, também de uma rede de corrupção e banditismo fardado.
Após ter perdido o sono por uns dias, o secretário José Mariano Beltrame não fez por menos: rapidamente, substituiu toda a cúpula da PM. Não havia tempo a perder. Precisava zerar as chances de contágio montando uma outra equipe, impondo novas regras; mais rigorosas e objetivas. Como as de investigação de sinais de enriquecimento ilícito.
Há quem diga com todas as letras: "odeio policiais". Curiosamente, esse ódio nem sempre é dirigido aos "maus", mas aos que desempenham papel de "mocinhos". A origem disso pode estar em alguma projeção ideológica ou repressão sofrida. Quem sabe?... Sou a favor dos policiais que combatem corruptos, corruptores e bandidos infiltrados no próprio sistema.
Dito isto, vou mais longe: há momentos que os admiro. Por quê? Porque, quando levada a sério, trata-se de profissão ingrata. Até certo ponto, altruísta. A coronel Kátia Boaventura, escolhida para chefe de gabinete do novo comandante-geral da Polícia Militar, coronel Erir Ribeiro da Costa Filho, não nega. Deu até um recado para a corporação: todos têm de vestir a camisa com orgulho.
Já a população não pode esquecer (para cobrar) qual é a missão da polícia: dar segurança, proteger o ir e vir das pessoas de bem; fazer valer as leis. Defender até quem pede socorro dentro de casa. A sociedade deveria apoiar e incentivar a formação de novas gerações de bons policiais. Ou será que eles nascem de chocadeiras?
A profissão exige talento, vocação e muito treinamento. Disciplina. Sacrifícios, coragem... E não é carreira para ficar rico. Dificilmente os rendimentos irão além do necessário para manter a qualidade de vida e os estudos; atualizar-se tecnicamente para o combate ao crime e para assumir comandos. A recompensa? Talvez uma certa sensação de poder.
Ninguém é obrigado a ser polícia. Nem herói. Ser PM é uma escolha.

Ateneia Feijó é jornalista

Fonte: Toxina/Globo
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MULHER E AMANTE FORJAM SEQUESTRO EM PERNAMBUCO

Um casal foi preso nesta quarta-feira (5) depois de tentar forjar um sequestro em Recife, em Pernambuco. A mulher de 21 anos e o amante, de 28 anos, negociaram o resgate com o marido da mulher, um engenheiro de 55 anos.

O homem ficou cerca de 13 horas negociando com a vítima. A primeira ligação foi feita na noite de segunda-feira (3), e na terça-feira (4), o engenheiro foi na polícia registrar o sequestro. As ligações passaram a ser monitoradas e eles foram localizados em um motel.
Inicialmente ele pediu R$ 10 mil pela libertação da mulher, mas depois pediu para que ele passasse a senha do cartão que estava com ela e fizeram um saque de R$ 1.000. Depois de libertada, a jovem foi prestar depoimento. A polícia informou que percebeu as contradições e que ela acabou confessando o crime.

Ela era casada há dois anos com o engenheiro. O amante da suspeita informou a polícia que ela quem planejou o sequestro e que ele só a obedeceu.
Fonte: R7
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CE: DEPUTADO CAPITÃO WAGNER SOUSA PEDE CONCURSO PARA A ÁREA DE SEGURANÇA

O Deputado Capitão Wagner Sousa (PR), durante a sessão plenária desta quarta-feira (5), afirmou que a falta de concursos públicos para a segurança do Estado lhe preocupa. Segundo ele, o Governo realizou vários concursos para outras áreas, mas nenhum para a segurança, acarretando aumento no índice de criminalidade.
Outro problema, de acordo com o parlamentar, é o desvio de funções. “O servidor é forçado a desempenhar outra função nas delegacias do Estado, como tarefas de escrivão, e a própria Divisão de Homicídios tendo sua segurança feita por seguranças particulares”, reclamou.
Capitão Wagner ressaltou que nos últimos cinco anos não foram realizados concursos para a categoria. Segundo ele, os últimos a serem convocados foram aprovados em um concurso promovido em 2006.
O pior de tudo, segundo o deputado, é o desgaste dos concursandos: “Os cidadãos se preparam para o concurso, investem seu tempo e dinheiro, ansiando por sua realização, e quando é anunciado, acaba sendo adiado”. Para ele, a falha está no planejamento. “Policiais que foram aprovados aguardam nomeação, e ela não acontece ou essas pessoas são desviadas para outras funções. E o porquê disso ninguém sabe”, considerou.
Em seu aparte o deputado Augustinho Moreira (PV) concordou com as palavras do republicano. “A Divisão de Homicídios existe de fato, mas não de lei. Esperamos mais ação do Governo para essa situação, pois o local está estruturado e já lotado de inquéritos que serão anulados, caso a situação não seja regularizada. E só quem se beneficia com isso são os bandidos.”, avaliou.
Fonte: Jangadeiro
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POLÍCIA APREENDE 32 KG DE MACONHA EM QUITERIANÓPOLIS EM ÔNIBUS INTERESTADUAL

Trinta e dois quilos de maconha foram apreendidos na madrugada desta quarta-feira (05) em Quiterianópolis, na região dos Inhamuns. Dois suspeitos traziam a droga de Brasília em um ônibus de viagem.
De acordo com o delegado regional de Tauá, Osmar Berto, os suspeitos integravam uma quadrilha especializada em tráfico de drogas e já estavam sendo investigados há seis meses. A operação, realizada em parceria com a Delegacia Regional de Tauá, delegacia de Parambu e delegacia de Narcóticos, prendeu os suspeitos em um ônibus em flagrante transportando a droga prensada dentro de dois bebedouros.
O paulista de Taquaritinga, Mizael Ferreira Pedroso, 29, e o cearense natural de Quiterianópolis, José Souza Santos, 36, estão presos em Tauá por tráfico de drogas. Juntamente com os quilos de maconha prensada, também foram encontrados 250g de crack e uma balança de precisão digital.
A polícia também investiga o envolvimento da quadrilha em roubos a caixa eletrônicos.
Fonte: Dn
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NOVA CÚPULA DA PM DO RIO QUER ACABAR COM "PANELINHAS" EM BATALHÕES


Após escolher os integrantes da nova cúpula da Polícia Militar, o recém-empossado comandante geral da corporação, coronel Erir Costa Filho, começou a “arrumar a casa”. A primeira medida tem como objetivo acabar com a “panelinha” nos batalhões. A partir desta quarta-feira (5), ao ser transferido de unidade, nenhum comandante poderá mais levar sua equipe para o novo batalhão. A determinação visa evitar vínculos entre comandantes e comandados, além de permitir que a avaliação de cada subordinado seja isenta.
Corregedoria tem de se antecipar a problemas da corporação, diz novo comandante
De acordo com a nova medida, apenas subcomandantes poderão seguir os passos de seu superior. E caso o comandante entenda que não tem como trabalhar com determinado subordinado, sendo ele oficial ou praça, terá que justificar, formalmente, o motivo. 
Outra medida diz respeito ao tempo de permanencia dos comandantes nos batalhões. Agora, cada comandante terá que ficar na unidade por pelo menos um ano.
De acordo com o coronel Frederico Caldas, coordenador de comunicação social da Polícia Militar, ao final de cada período, a gestão do oficial passará por avaliação rigorosa, onde será analisado desde os índices de criminalidade da região até se houve evolução patrimônio compatível ou não com seus rendimentos e também de seus subordinados. Segundo ele, após, a permanência do comandante no batalhão poderá ou não ser estendida por mais um ano.
- Acabou aquela movimentação de 20 a 30 servidores toda vez que um oficial era transferido para o comando de outro batalhão. O objetivo é compartilhar a responsabilidade pelo desempenho do policial, criando um comprometimento dele com a comunidade onde atua. Muitos moradores reclamam que quando um trabalho começava a ser construído, o comandante mudava. Com isso também teremos uma avaliação isenta do policial, já que ela não terá vínculos, em alguns casos suspeitos, com o seu comandante.
As medidas foram instituídas após vir à tona a estreita relação do tenente-coronel Cláudio Luiz Oliveira, que comandava o Batalhão de São Gonçalo (7º BPM), com o tenente Daniel dos Santos Benitez Lopes. Preso, o ex-comandante é acusado de ser o mandante do assassinato da juíza Patrícia Acioli, morta com 21 no dia 11 de agosto. De acordo com a investigação da Divisão de Homicídios, o tenente Benitez seria o executor do crime. Outros nove policiais também estão presos.
Fonte: R7
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JOVENS USAM GÁS DE BUZINA COMO ENTORPECENTE

O gás da buzina é inalado pelos jovens. Os usuários acreditam que o gás produz um efeito de euforia. O produto pode causar graves efeitos colaterais e levar até a morte. Dois jovens já morreram em Goiás.
Confira Vídeo:


PIAUÍ: MÃE MATA O FILHO RECÉM-NASCIDO E ESCONDE O CORPO EM GAVETA

A mulher de iniciais I.M.P.S está sendo acusada de asfixiar e matar o próprio filho após dar luz, na manhã de ontem (3 de outubro de 2011), em sua própria casa, no Bairro Memorare, na Zona Norte de Teresina-PI. A mãe após parir dentro do quarto da casa, teria matado o filho e em seguida, escondido o corpo do bebê dentro da gaveta do guarda-roupas da residência onde ela estava morando sozinha.

O caso foi registrado no 9º DP, no conjunto Mocambinho. Segundo o delegado Franklin Delano Riedel, titular do distrito, a informação chegou à Delegacia, através da Direção do Hospital do Bairro Buenos Aires. A diretora contou ao delegado que uma mulher teria dado entrada na tarde de ontem (3), com hemorragia.

"A diretora questionou sobre seu estado de saúde e a irmã dela disse que tinha uma sacola com sangue no quarto dela. A diretora disse para ela levar até o hospital e quando chegou constatou que era placenta. A médica, então, perguntou pelo feto. A mulher retornou a casa e trouxe uma sacola plástica, com panos, sangue e um feto de 9 meses, todo formado. A partir daí foi que comunicou à Polícia", afirmou o delegado Franklin Delano. 

No Instituto Médico Legal (IML), o médico legista Antônio Nunes constatou que a criança nasceu viva e teria morrido por asfixia por meio cruel. "O laudo consta que o nariz e a boca da criança foram fechados e logo depois, o bebê colocado dentro de um saco e em seguida, na gaveta do guarda-roupa. Tem lesões no rosto da força usada" declarou o delegado Franklin. A acusada está internada no Hospital do Bairro Buenos Aires, mas escoltada pela Polícia. Ela deverá ser autuada em flagrante, por crime de infanticídio.
Fonte: Guarda Noturno
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MENINO TEM ALICATE CRAVADO NA CABEÇA


Um menino de 12 anos precisou passar por uma cirurgia depois de ser ferido por um alicate na parte de trás da cabeça. Ele deu entrada no Hospital de Saracuruna, em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, no domingo (2). Segundo os médicos da unidade, seu estado de saúde é bom.
A Secretaria estadual de Saúde informou que ele foi atingido por outra criança. Simão Felipe Nascimento Coelho de Oliveira chegou lúcido ao hospital. Ainda segundo a Secretaria, ele passou por exames, como uma tomografia computadorizada que mostrou que o menino tinha uma hemorragia e por isso foi necessária a cirurgia.
Fonte: Guarda Noturno
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PM DE 23 ANOS QUE ESTAVA DESAPARECIDA É ENCONTRADA MORTA NO RS

A soldado da Brigada Militar Luane Chaves Lemes, de 23 anos, foi encontrada morta na noite desta terça-feira (4) no Rio Grande do Sul. A jovem de Passo Fundo estava desaparecida desde o dia 19 de setembro. Para a Polícia Civil, a hipótese mais provável é a de suicídio.

Segundo a delegada do caso, Daniela Mineto, o corpo foi encontrado em uma propriedade rural de Fontoura Xavier, a 100 km de Passo Fundo, por homens que inspecionavam um açude. A família já fez a identificação.

No local, a polícia encontrou a arma de fogo que ela portava ao sair de casa, um celular, o restante dos R$ 100 que ela havia sacado, um cartão do banco, a passagem de ônibus que usou para chegar ao local, e todos os pertences da soldado.

A arma tinha apenas um cartucho deflagrado, e o corpo, um tiro na cabeça. “Isso tudo nos trouxe a conclusão de que ela se suicidou”, afirma a delegada. O encerramento do inquérito deve ocorrer com a chegada dos exames da necropsia, que devem confirmar se esta foi a causa da morte.

Durante as investigações, segundo a delegada, a linha principal era a de suicídio. “Pelas mensagens que ela havia deixado para o namorado na noite anterior ao desaparecimento. Eram mensagens de despedida, dizia que ele, o namorado, nunca mais ele a veria. Que ia carregar esse peso com ele”, afirma a delegada.

De acordo com Mineto, com o rompimento do namoro, um relacionamento conturbado, o namorado começou a sair com amigos, e a soldado se sentiu ofendida. Ela não deixou mensagens de despedida para a família.

Nesta segunda, a polícia obteve imagens do circuito de segurança da rodoviária de Passo Fundo, que mostravam a soldado sozinha, comprando uma passagem de ônibus e seguindo em direção ao terminal de embarque. Ela gastou R$ 60 na passagem. O motorista do ônibus disse em depoimento que notou a falta de um dos passageiros após uma parada.

Fonte: Miseria/G1/Blog da Força Tática

SEGURANÇA NO ´TERRITÓRIO DA PAZ´ DEBATIDA NA AESP

Autoridades buscam saídas para a violência no Grande Bom Jardim. Os índices da criminalidade começam a ser reduzidos
As principais autoridades ligadas à Segurança Pública do Ceará se reuniram, na tarde de ontem, na Academia Estadual de Segurança Pública (Aesp-CE) para debater as ações integradas para o ´Território da Paz´, no Grande Bom Jardim. O evento, que só terminará amanhã, visa debater as ações do Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania (Pronasci) naquela área de Fortaleza.

As falas dos debatedores convidados sempre alertaram para a importância da parceria entre os órgão responsáveis pela diminuição dos índices de violência no ´Território da Paz´, que é composto pelos bairros Bom Jardim, Granja Portugal, Granja Lisboa, Canindezinho e Siqueira. Os dados sobre o sucesso da empreitada que conta com policiais civis e militares, bombeiros e agentes de trânsito são animadores, conforme as autoridades.

Os índices
Comparando os números de janeiro a julho deste ano, com os de igual período de 2010, todos os crimes mais recorrentes tiveram suas estatísticas diminuídas. Em 2010, ocorreram 73 homicídios, 320 lesões corporais, 900 roubos a pessoas, 68 roubos a residências.

Neste ano, foram 64 homicídios, 310 lesões corporais, 800 roubos a pessoas e 40 roubos a residências. A área, que ainda é considerada a mais violenta da Capital, depende de muito trabalho e dedicação do poder público para manter seguros os seus 175.144 moradores.

O secretário da Segurança Pública do Estado, Francisco José Bezerra; o superintendente da Polícia Federal no Ceará, Sandro Luciano Caron de Mores; o comandante geral da Polícia Militar do Ceará, coronel Werisleik Pontes Matias; o delegado geral da Polícia Civil do Ceará, Luiz Carlos Dantas; a secretária de Justiça e Cidadania, Mariana Lobo; a articuladora do Pronasci e do Ministério da Justiça no Ceará, Mariana Abreu; e diversas outras autoridades puderam expor suas metas e apresentar seus trabalhos para o andamento da pacificação do Grande Bom Jardim.

Cooperação
O debate contou com a presença de cerca de 200 policiais que trabalham na área, que ouviram o que se espera do profissional nas ruas para combater o principal crime, o tráfico.

Os outros delitos seriam motivados, ou teriam ligações indiretas com a venda de narcóticos. No decorrer do fórum, foi enfatizada a cooperação entre as polícias do Estado. O secretário da Segurança, afirmou que este é um dos pontos necessários para que o crime seja coibido, a troca de informações dos órgãos de inteligência das instituições.

QUADRILHA PRESA COM ARSENAL

Criminosos tramavam atacar um carro-forte no Maciço de Baturité, mas acabaram presos num cerco em Itaitinga
Nove pessoas, acusadas de formar uma quadrilha que iria atacar um carro-forte no Maciço de Baturité, foi capturada, na tarde de ontem, durante uma operação que envolveu efetivos das coordenadorias de Planejamento Operacional (Copol) e de Inteligência (Coin), da Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS); e o Comando do Policiamento do Interior (CPI). Em poder do bando, foi apreendido um numeroso armamento que incluía fuzil, submetralhadoras, escopetas e até granadas de gás.

A prisão do bando ocorreu por volta das 15 horas em uma casa que havia sido alugada pela quadrilha na localidade de Sítio Nazaré, no Município de Itaitinga, na Região Metropolitana de Fortaleza (RMF). Dos nove acusados, três deles são naturais de Municípios daquela região. A quadrilha vinha sendo caçada desde o começo da manhã de ontem, quando o Comando do Policiamento do Interior recebeu informações e descobriu pistas de que um grupo de assaltantes planejava atacar um carro-forte na cidade de Mulungu (a 110Km de Fortaleza), no exato momento em que os seguranças iriam desembarcar do blindado com malotes contendo dinheiro que iria abastecer os caixas eletrônicos. O cerco aos criminosos foi se fechando nas rodovias e estradas vicinais que cortam a região do Maciço de Baturité, mais precisamente entre os Municípios de Baturité, Mulungu, Palmácia, Caridade e Canindé.

Presos
No cerco à residência que servia de base para a quadrilha, foram detidos os seguintes acusados Josivan Raquel de Sousa, 20, natural de Capistrano; José Wellington Raquel de Sousa, 36, de Choró; Paulo de Tasso Bezerra Gomes, 35, de Fortaleza; Francisco Levi Ferreira de Lima, 27, da Capital; Anaílson Almeida da Silva, 31, de General Sampaio; Paulo Roberto Silva de Souza e Raimundo Nonato Pereira. Também foi detida uma mulher, identificada como Natália Fabrini Sousa Lima, e um adolescente. Com a quadrilha foram apreendidos um fuzil marca Ruger, calibre 5.56 (fabricação americana), duas submetralhadoras de calibre nove milímetros, duas escopetas de calibre 12, além de uma carabina modelo CT .40, de uso exclusivo das forças policiais.

Também foram encontradas munições e carregadores e duas granadas (uma de queima e outra explosiva)

Quadrilha
Os nove acusados foram trazidos para Fortaleza e encaminhados à Delegacia de Roubos e Furtos (DRF), onde passaram a noite sendo ouvidos em depoimento pelo delegado titular daquela Especializada, delegado Romério Moreira de Almeida.

A prisão dos quadrilheiros foi comemorada pelo secretário da Segurança Pública e Defesa Social, coronel Francisco Bezerra; pelo comandante geral da PM, coronel Werisleik Ponte Matias, e pelo delegado geral da Polícia Civil, Luiz Carlos Dantas, que souberam da localização da quadrilha no momento em que participavam de um evento na Academia Estadual da Segurança Pública. Desde o começo da manhã, eles acompanhavam, através da Inteligência, as buscas.

Segundo o comandante do CPI, coronel Sérgio Costa, com o bloqueio das estradas na região do Maciço, os bandidos decidiram abortar o plano do assalto ao carro-forte e teriam fugido em direção a Itaitinga, onde acabaram sendo presos numa operação chefiada pelo diretor da Copol, delegado Andrade Júnior, e o apoio da Coin.

Capturado
Em outra operação, policiais do Serviço Reservado (Inteligência) do Estado-Maior da PM, com o apoio da Inteligência da Secretaria de Justiça (Sejus), capturaram o fugitivo Rogério Alves da Costa, acusado de vários assaltos e que havia escapado do Amanari desde 2009. Ele foi detido na Aldeota.



Fonte: DN/Blog da Força Tática