HOMICÍDIO A BALA NO SÃO JOÃO DO TAUAPE EM FORTALEZA

Um homicídio com características de execução foi registrado na noite de ontem (30) por volta de 20h00min no bairro São João do Tauape.

Vídeo de professor espancando aluno durante a aula choca espanhóis

Um vídeo de um professor espancando seu aluno durante a aula chocou a Espanha nesta semana.

sábado, 2 de abril de 2011

POLÍCIA FEDERAL QUEIMA 2,5 TONELADAS DE DROGAS APREENDIDAS NO AM



A Polícia Federal (PF) incinerou neste sábado, 2, em Manaus, 2,5 toneladas de drogas apreendidas nos últimos dois anos no Amazonas. A PF, segundo a assessoria da entidade, faz a incineração duas ou três vezes por ano e, enquanto não acontece, a droga apreendida fica guardada em um armazém da PF.

O forno alugado foi da empresa Amazonmix, que produz bebidas energéticas, como açaí e guaraná, e usa os fornos gigantes para queimar as cascas desses frutos. Do total de entorpecentes queimados, 95% foi de cocaína e derivados da droga. Segundo a PF, o valor da droga queimada poderia alcançar mais de R$ 15 milhões.
 

UNIVERSITÁRIA É AGREDIDA POR COLEGAS DE FACULDADE APÓS DENUNCIAR BULLYING

A estudante de enfermagem Ana Claudia Karen Lauer, de 20 anos, afirma ter sido espancada por três alunas na tarde desta sexta-feira (1º), em frente do Centro Universitário Barão de Mauá, em Ribeirão Preto, no interior paulista. Ela teve fratura no nariz. A universidade afirma que uma sindicância foi instaurada para apurar o caso.
Segundo a estudante, a agressão teria acontecido porque ela reclamou à coordenação do Centro Universitário que estaria sofrendo bullying e sendo hostilizada por colegas. Ana Cláudia pediu transferência para a faculdade há três meses e cursa disciplinas em diferentes salas.
Na quinta-feira (31), a estudante denunciou à universidade que era perseguida por colegas. Ao chegar na sala de aula no dia seguinte, ela teria sido questionada pelos colegas. No final da aula, duas universitárias começaram a discutir com ela e uma terceira a agrediu com o capacete de motociclista. Ana Cláudia disse ainda que ninguém da faculdade interferiu na briga e que foi socorrida por uma aluna que ela não conhecia.
As supostas agressoras foram ouvidas na Delegacia de Defesa da Mulher e liberadas.
Fonte: G1/Blog da Força Tática

FALSO TEN. CORONEL QUE TRABALHOU NA CÚPULA DA SEGURANÇA DO RIO, FALA PELA PRIMEIRA VEZ



Andar lento, uma das mãos no bolso da calça de linho, a outra no cigarro, o falso tenente-coronel Carlos da Cruz Sampaio Junior demonstra que perdeu o posto na Secretaria de Segurança do Rio ao ter sua verdadeira identidade revelada, mas não a pose. Ao quebrar o silêncio pela primeira vez desde a sua prisão, em outubro de 2009, Sampaio deixa às claras que precisou de lábia e de um programa de computador para deixar de ser um administrador do Zoo-Rio, preocupado em evitar o roubo de arara-azul, e se tornar um homem da cúpula da Segurança do estado.
Com o crachá forjado de militar do Exército, ele se infiltrou nas salas de inteligência da Segurança, coordenou operações, implantou sua metodologia e deu cursos de tiro para policiais em batalhões. Até que “uma bala acertou seu pé”. O homem que vivia o conto de fadas particular de ser um super-herói transpôs a portaria do prédio da Secretaria, como se rompesse a barreira da ficção para a realidade, já com o papel de vilão para as autoridades. E, na cadeia, foi convidado a treinar traficantes.
— Eu tinha um personagem que eu exercia para desenvolver um trabalho, que deveria surtir efeito em prol da sociedade. Aquele era o personagem, mas o Carlos Sampaio é diferente — alega: — Fui ilegal, mas não fui imoral.
Desmascarado, sem a patente que forjou no photoshop (programa de computador para alterar imagens) e garantiu verbalmente ostentar, seguiu diretamente para a Polinter (Grajaú) por portar um revólver calibre 38 — ainda responde processo por falsa identidade. Era um estranho no ninho aquele filho de militar que, em dois períodos, sustentou teorias e estratégias e tinha a visão do mundo do crime pelo lado do bem. Entre as grades, onde permaneceu por 61 dias, ganhou a robustez de heróis em quadrinhos para combater a criptonita dos marginais de facções criminosas.
Carlos da Cruz Sampaio Junior dá aula para policiais militares de progressão em área de risco
Carlos da Cruz Sampaio Junior dá aula para policiais militares de progressão em área de risco / Foto: Reprodução de internet
Encorajado a escrever um livro, intitulado “As gemadas de um coronel sem estrelas” — já finalizado —, Sampaio recusou oferta para treinar traficantes e recebeu visitas de policiais da ativa, que, ao vê-lo cabisbaixo, repetiam: “Coronel, levanta a cabeça. O que o senhor fez não se apaga!”. 
Fonte:G1/Blog da Força Tática

A AÇÃO POLICIAL E O GRAU DE COMPLEXIDADE NO CONTROLE DOS DISTÚRBIOS CIVIS

Quando a coisa perde o controle chama-se a polícia. E a polícia passa a ser responsável, pelas falhas oriundas de outros setores do estado...



A Polícia Militar tem como missão institucional manter a ordem pública e preservar a paz social e para tal deve pautar-se no cumprimento da Lei e na observância de Princípios Éticos, Morais e Profissionais.
No decorrer da história das polícias ocorreram registros de ações bens sucedidas, e outras, às vezes devido às circunstâncias do fato, nem tão bem sucedidas. Mas, na realidade, a Polícia Militar tem um papel que vem carregado de alto grau de complexidade na execução das ações policiais.
Para tal, basta verificar, que a Polícia Militar é o braço armado do estado, ou seja, a carga de responsabilidade, depositada nos policiais é maior que todas os outros braços do Estado. Quando outros órgãos não dão conta de suas tarefas, ou se vêem diante de um distúrbio social, aí entra a Força Policial.
Na realidade, quando as políticas públicas não são eficazes germina uma semente de descontrole social, educacional, cultural, na área da saúde, e em todos os seguimentos nos quais o Estado deveria, em tese, agir com supremo controle e tranqüilidade.
Sabemos que na prática a coisa é muito diferente, pois, nem sempre o estado responde aos anseios sociais. Em contrapartida, a criminalidade aumenta, o índice de analfabetismo e o desemprego majora gradativamente criando uma sensação de insegurança e incerteza na população.
Quando a coisa perde o controle chama-se a polícia. E a polícia passa a ser responsável, pelas falhas oriundas de outros setores do estado, e ainda tem a difícil missão de usar as armas de coerção policial, sem que faça uso das armas e dos equipamentos.
O que eu quero dizer com isso, é sobre as dificuldades que os policiais encontram no exercício de suas funções, sem contar que cada ocorrência é um caso diferente. As ocorrências policiais nunca são iguais. Um dia acontece de um jeito, no outro dia é totalmente diferente. E cabe ao policial mensurar sua ação, os meios utilizados, e a proporcionalidade da força empregada.
Na teoria é muito simples e harmônico. Na prática, a dificuldade e a complexidade se distinguem a cada necessidade de intervenção da polícia. Os policiais estão a prova todo momento.
Se a ação policial cotidiana é complexa, imaginem o controle de distúrbios civis, onde uma grande multidão inflamada, por variados motivos, parte para cima do patrimônio publico, se agridem mutuamente, com instinto feroz e descontrolado, derrubando barreiras, destruindo tudo que encontram pela frente, e nesse momento a policia é chamada a intervir, e fazer cessar aquele injusto e insano ataque.
A Polícia acaba se tornando uma vítima em potencial, dos descontrolados baderneiros. Onde policiais saem feridos, as vezes mortos e muitas vezes mutilados por pedradas, pauladas e arremessos de objetos encontrados pelo caminho.
Percebem agora a complexidade que citei no início do texto?
Para visualizar a cena, imaginem pessoas de bem no meio da multidão que avança, como crianças, pessoas idosas, mulheres, que também se tornam vítimas em potencial, daqueles que pelo ímpeto da destruição iniciam um grande distúrbio. E o papel da polícia é proteger aquelas pessoas de bem, e impedir que os agressores avancem em seu intento destruidor.
Não são raras as vezes, que vemos pessoas agredindo os policiais, que fazem um cordão de isolamento, por exemplo. Ou que arrancam postes, proteção dos arbustos, para fazerem armas contra os policiais, que tem naquele momento apenas fazer um cordão de isolamento, para que os jogadores ou torcidas organizadas não sejam atacadas pelos desafetos.
Sem levar em consideração que muitas das vezes, os ataques surgem do nada, motivados por uma insatisfação com o time que perdeu, ou oportunistas que se infiltram nos movimentos grevistas para disseminar a discórdia, ou mesmo uso excesso de bebidas alcoólicas, e ainda, por mero prazer de atacar e lesionar os torcedores da outra torcida.
Nesse momento a polícia tem de intervir, e ai inicia-se um verdadeiro suplicio para os policiais, que de posse dos meios moderados devem conter a turba, sem que cause lesões nos contendores, ou mesmo cometa excessos na atuação policial.
Falar é fácil. Quero ver é na hora que a coisa foge do controle, e a policia se vê acuada e atacada, pelos baderneiros. Como determinar a medida certa da ação policial, do uso do bastão, do cassetete, das armas não letais, e as vezes da necessidade do emprego de armas letais, para coibir a injusta agressão e a legítima defesa de terceiros e legítima defesa própria.
Os policiais que atuam nos batalhões de choque, batalhões de eventos e até mesmo os policiais de unidades baseadas no principio da Universalidade que são chamados para coibir um distúrbio civil, merecem uma atenção especial por parte da Justiça, do Ministério Público, do Comando e dos órgãos de controle externo, como direitos humanos, etc.
Isso, devido a complexidade da ação policial nesses casos, onde a massa já está inflamada, disposta a atacar, atacar e atacar, enquanto o policial, pai de família está ali trabalhando e cumprindo sua missão institucional, recebe como tarefa controlar, o que está totalmente descontrolado.
Quando os policiais se ferem em ação, é muito comum dizer que tombaram ou se feriram no exercício de suas funções, e que não fez mais que sua obrigação. Mas, quando um baderneiro fica com um pequeno hematoma ou escoriação, a partir do uso de força necessária para impedir a injusta agressão necessária para conter o agressor, ah! Esse policial se torna execrado, e passa no conceito popular de agente da autoridade, a marginal, num piscar de olhos. Mas, as pessoas se esquecem que não foi o policial que causa ao tumulto, que está ali trabalhando, e com a principal missão de dar segurança e tranqüilidade, e que pessoas inescrupulosas e sem compromisso com o bom convívio social é que iniciam esses tão infelizes atritos e distúrbios coletivos.
Para concluir, esse tema, que jamais seria esgotado nesse artigo, é importante salientar que nossos policiais militares são cidadãos de bem, e que vestem a farda para proteger a população, e quando algum cidadão foge a regra ética e moral, a policia militar não permite que o mesmo permaneça em seus quadros.
Com relação ao controle de distúrbios civis, restou claro que os policiais que atuam nesses infelizes acontecimentos, não merecem punição, mas exaltação, pela coragem e comprometimento para com o resultado. Os excessos são puníveis em qualquer ação policial, mas definir o que é excesso quando a coisa já fugiu ao controle da normalidade, é muitas das vezes querer encontrar um culpado por um ou outro arranhão sofrido por um dos baderneiros que porventura apareça, quem sabe em busca de uma indenização do estado?
As operações de polícia de choque e as de policiais especializados em grandes eventos são complexas pela essência, pela natureza e pelo próprio fato em si. E isto está bem claro.

* Claudio Cassimiro Dias, Cabo PM, Poeta e escritor, Especialista (Latu Sensu) em Criminologia, Bacharel em Direito, Bacharel em Historia, Acadêmico Efetivo Curricular da Academia de Letras João Guimarães Rosa da Policia Militar de Minas Gerais, Cadeira 28, Ex-Diretor Jurídico do CSCS/PMBMMG, Membro da Equipe Jurídica da ASCOBOM, Conselheiro do CEPREV/MG, Pesquisador da Historia Militar e palestrante.
Fonte:Blog da Renata/
Imagem:Blog da Força Tática

DOCUMENTOS DA CIA, FBI E POLÍCIA FEDERAL MOSTRAM COMO AGE A REDE ISLÂMICA DE TERROR NO BRASIL

A Polícia Federal tem provas de que a Al Qaeda e outras quatro organizações extremistas usam o país para divulgar propaganda, planejar atentados, financiar operações e aliciar militantes

Khaled Hussein Ali nasceu em 1970, no leste do Líbano. Seguidor da corrente sunita do islamismo, prestou serviço militar. Depois, sumiu. No início dos anos 90, reapareceu em São Paulo. Casou-se e teve uma filha. Graças a ela, obteve, em 1998, o direito de viver no Brasil. Mora em Itaquera, na Zona Leste paulistana, e sustenta sua família com os lucros de uma lan house. Ali leva uma vida dupla. É um dos chefes do braço propagandístico da Al Qaeda, a organização terrorista comandada pelo saudita Osama bin Laden. De São Paulo, o libanês coordena extremistas em dezessete países. Os textos ou vídeos dos discípulos de Bin Laden só são divulgados mediante sua aprovação. Mais: cabe ao libanês dar suporte logístico às operações da Al Qaeda. Ele faz parte de uma rede de terroristas que estende seus tentáculos no Brasil.
Tratado como “Príncipe” por seus comparsas, Ali foi seguido por quatro meses pela Polícia Federal, até ser preso, em março de 2009. Além das provas de terrorismo na internet, a Polícia Federal encontrou no computador de Ali spams enviados aos Estados Unidos para incitar o ódio a judeus e negros. Abordado por VEJA, Ali negou sua identidade. Esse material, no entanto, permitiu que a Polícia Federal o indiciasse por racismo, incitação ao crime e formação de quadrilha. Salvou-se da acusação de terrorismo porque o Código Penal Brasileiro não prevê esse delito. O libanês permaneceu 21 dias preso. Foi liberado porque o Ministério Público Federal não o denunciou à Justiça. Casos como o de Ali alimentam as divergências do governo americano com o Brasil.
Há dois meses, VEJA teve acesso a relatórios da PF sobre a rede do terror no Brasil. Além de Ali, vinte militantes da Al Qaeda, Hezbollah, Hamas e outros dois grupos usam ou usaram o Brasil como esconderijo, centro de logística, fonte de captação de dinheiro e planejamento de atentados. A reportagem da revista também obteve os relatórios enviados ao Brasil pelo governo dos EUA. Esses documentos permitiram que VEJA localizasse Ali e outros quatro extremistas. Eles vivem no Brasil como se fossem cidadãos comuns. Embora seja autora das investigações, a PF assume um comportamento ambíguo ao comentar as descobertas de seu pessoal. A instituição esquiva-se, afirmando que “não rotula pessoas ou grupos que, de alguma forma, possam agir com inspiração terrorista”. Esse discurso dúbio e incoerente não apenas facilita o enraizamento das organizações extremistas no Brasil como cria grandes riscos para o futuro imediato.
Fonte: Veja/Blog da Força Tática

GRANJA: HOMEM É PRESO AO FURTAR ALIMENTOS

Os policiais do RONDA de Granja-CE, sob o comando do CB ERISVALDO, receberam uma denúncia de furto e se dirigiram até o local para averiguar o fato.
Ao chegarem no local, constataram que havia sido furtado da Senhora Solange Maria dos Santos Lima, 2 Kg de arroz, 1 Kg de feijão, 1 Kg Café Santa Clara, e mais alguns cereais.
Os Policiais realizaram diligências nas proximidades do local e obtiveram êxito em prender o acusado, trata-se de Francisco Ismael da Silva dos Santos, vulgo "gato", natural de Granja, ele foi pego com todos os objetos do furto.
Ele foi conduzido até a DRPC de Camocim, onde foi autuado por Furto.
Imagem Ilustrativa
Colaboração: Cb Ferreira

MAIS UM CASO DE IRMÃS DESAPARECIDAS, AGORA EM SALVADOR-BA

A Polícia Civil em Salvador (BA) procura duas irmãs que estão desaparecidas desde o último dia 27 de março. O sumiço ocorreu quando uma das jovens, de 27 anos, preparava um churrasco em comemoração ao seu aniversário.

Depois de receber uma ligação, ela pediu que a irmã mais velha, de 32 anos, fosse com ela resolver um problema.

Segundo os pais das jovens, a neta de seis anos, filha da primogênita, ficou sob seus cuidados enquanto as duas iam para outro lugar. Percebendo que as filhas não retornaram, a família chamou a Polícia.



O caso está sendo apurado na 11º Delegacia de Polícia, no bairro Tancredo Neves, em Salvador (BA).
Fonte:R7
Edição de imagem: Blog da Força Tática



JUSTIÇA TERÁ HORÁRIO PADRÃO EM TODO PAÍS

O CNJ (Conselho Nacional de Justiça) decidiu padronizar o horário de atendimento dos tribunais e varas de todo o país. Eles deverão funcionar das 9h às 18h, de segunda a sexta-feira.

Com isso, estarão disponíveis em horário ampliado serviços como audiências, retirada de certidões, consulta a processos e ao Ministério Público, entre outros. A resolução do CNJ vai valer após ser publicada no "Diário Oficial da Justiça", o que deve ocorrer em duas semanas.

A deliberação foi uma resposta a um pedido da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) do MS. Hoje, cada órgão define seu horário de atendimento ao público. Alguns abriam apenas pela manhã ou pela tarde.

O TJ de São Paulo, por exemplo, funciona de 12h30 às 19h para atender o público e a partir das 9h para receber advogados e estagiários.

Segundo o relator do caso, conselheiro Walter Nunes da Silva Jr., a falta de um horário único traz prejuízos aos usuários.

"Isso estava trazendo prejuízo. Para você ter uma ideia, no mesmo Estado, a Justiça Federal tinha um horário de expediente, a Justiça Estadual outro e a Justiça do Trabalho outro", diz Silva.

O conselheiro não descarta um aumento de gastos para o Judiciário. Ele disse, no entanto, que isso será justificável porque o acesso à Justiça estará facilitado.
"Não me parece razoável que exista atendimento só pela manhã ou pela tarde."

Os servidores do Judiciário receberam com desconfiança a ordem do CNJ. Argumentam que a medida pode ampliar a jornada de trabalho dos servidores, que é de seis ou sete horas corridas.

A Fenajud (Federação Nacional dos Servidores do Judiciário nos Estados) pediu uma audiência com o procurador-geral da República, Roberto Gurgel, para discutir a questão.

"Não somos contra a ampliação do horário, mas não queremos que a carga horária mude ", disse a presidente da entidade, Maria José Silva.

O novo horário não atinge o STF (Supremo Tribunal Federal), que não tem vínculo com o CNJ. O Supremo atende o público das 11h às 19h, mas presta serviços por telefone das 8h às 22h.
Fonte:Folha/Blog da Força Tática

POLICIAIS DE CHAVAL CAPTURAM UM DOS ACUSADOS DA TENTATIVA DE HOMICÍDIO EM GRANJA-CE

Os Policiais de Chaval (CB JERLI, SDs VIEIRA e MARCÍLIO) deram uma resposta rápida a sociedade, eles conseguiram capturar um dos acusados da tentatica de homicídio que ocorreu hoje pela madrugada em Granja.
José Leôncio Cardozo Aragão de 25 anos, natural de Chaval, foi preso nesta manhã em sua residência. Aos Policiais ele negou qualquer participação no crime. Porém uma das vítimas foi enfático em dizer que Leôncio estava entre os acusados.
Provavelmente o crime teria sido motivado por uma vingança, já que no ano passado, no mês de novembro, três elementos invadiram a casa de Leôncio, roubara R$ 300,00 e ainda o alvejaram com um tiro na perna.
O acusado foi encaminhado para a Delegacia Regional de Camocim onde foi apresentado a autoridade policial.
Colaboração:CB Ferreira
Postado por Força Tática de Camocim

ADOLESCENTE É VIOLENTADA DURANTE FESTA DE ANIVERSÁRIO

Uma adolescente de 16 anos foi violentada sexualmente em uma festa de aniversário no bairro Jurema, em Caucaia, Região Metropolitana de Fortaleza.
De acordo com a família da vítima, ela teria sido drogada por um homem conhecido como Bruno.
A jovem teve ferimentos graves no útero, foi submetida a um procedimento médico e passa bem. A polícia investiga a denúncia.
Fonte: Tv Diário/Portal Ceará em Rede

CABELEIREIRO É MORTO COM 6 TIROS EM FORTALEZA

Um cabeleireiro foi assassinado, nesta sexta-feira (01) à noite, no Barroso II, em Fortaleza.
Testemunhas disseram que Jorge Cândido Mesquita, de 39 anos, foi baleado por 2 homens na rua "E" e correu em busca de socorro. Pouco depois de chegar à lanchonete, caiu morto.
A perícia constatou 6 perfurações; a família disse que Jorge não era usuário de drogas e não acredita que o fato dele ser homossexual tenha motivado o crime.
Fonte: Verdes Mares/Blog da Força Tática

IRMÃOS SÃO VÍTIMAS DE TENTATIVA DE HOMICÍDIO NA ZONA RURAL DE GRANJA-CE

Na madrugada de hoje por volta de 01:00 hr dois irmãos sofreram uma tentativa de homicídio em Granja, são eles, Raimundo Nonato Xandel dos Santos, 21 anos e Francisco das Chagas Xandel dos Santos de 36 anos, este ultimo sofreu várias perfurações a faca e também agressão a bala.
Raimundo Nonato estava em sua casa, quando ouviu o seu irmão, gritando pedindo socorro, ao chegar no local, também foi ferido a faca pelos acusados. Ele relatou a Polícia que eram três elementos encapuzados e que mesmo assim conseguiu identificar um dos acusados, conhecido por Lourenço e que este reside em Chaval.
Ao tomar conhecimento do fato, o policiamento composto pelo CB JERLI, SDs VIEIRA E MARCÍLIO estão em diligências no sentido de prender os acusados.
Colaboração: CB Adriano

RAIO PRENDE DUPLA DURANTE UM TIROTEIO NO BOM JARDIM

Dois homens foram baleados e presos durante uma perseguição policial no bairro Bom Jardim, na noite da última quinta-feira. O incidente ocorreu, conforme a Polícia, depois que os dois acusados tentaram praticar mais um crime de execução sumária nas ruas do bairro Bom Jardim, no ´Território da Paz´.

Passavam poucos minutos das 21 horas quando uma equipe de moto-patrulhamento do Raio (Ronda de Ações Intensivas e Ostensivas) foi acionada para tentar prender os dois homens que tinham acabado de atirar contra um rapaz na esquina das ruas Maria Júlia Rocha e Oscar França, no Bom Jardim.
Enfrentamento
A equipe do Raio passou a procurar os criminosos que estariam circulando naquele bairro em uma motocicleta vermelha. O encontro acabou sendo violento. Percebendo que estavam sendo perseguidos pelos militares, os acusados tentaram fugir.

O homem que estava na garupa da moto passou a efetuar tiros contra os militares. Os PMs reagiram. Os suspeitos acabaram baleados. Um deles foi atingido na perna e caiu da moto. O piloto ainda tentou prosseguir na fuga, mas também foi ferido.

Ambos ficaram caídos na rua até a chegada de socorro.

Uma ambulância do Samu foi acionada pelos PMs e socorreu os dois para o IJF-Centro.

Os dois acusados foram identificados como Bruno de Freitas Matos e Francisco Gilvan de Abreu Maciel. Com a dupla, os militares apreenderam uma pistola de calibre Ponto 40, de uso privativo da Polícia.

O homem que havia sido baleado pelos acusados foi identificado como Ivanilson, que também foi levado para o hospital.

A equipe Raio tem aumentado o trabalho de policiamento nas ruas do Grande Bom Jardim em decorrência dos altos índices de criminalidade na área. Todas as noites, o policiamento é reforçado com a mobilização de equipe do Raio e do Batalhão de Polícia de Choque, através do Comando Tático Motorizado (Cotam) e do Canil.
Operação
Vinte e cinco PMs da Cavalaria foram mobilizados, na noite passada, durante operação de varredura no Vicente Pinzón, na Zona Leste de Fortaleza. O bairro é, atualmente, um dos mais violentos da cidade, com frequentes casos de mortes de jovens e adolescentes por conta do tráfico de drogas. As operações ali terão continuidade.
Fonte:DN

A IMPORTÂNCIA DE UM GRUPO TÁTICO NA ATIVIDADE POLICIAL

Nem toda unidade policial, seja ela Civil ou Militar, tem um grupo Tático Especial. No entanto, toda unidade policial deveria ter um Grupo Tático Especial e Operacional com foco na atividade fim. Com treinamento específico, equipamentos especializados e pessoal qualificado para ações e operações inerentes às atividades que remetam a maiores riscos e ações de força. Unidades que necessitem, por vezes, de uma "mão de obra" bem específica dentro do arcabouço policial geral. Muito se fala em grupos de operações especiais, times táticos de recursos especiais nos padrões SWAT como sendo o último recurso da polícia, mas temos que entender que os grupos especiais não podem ficar como meras ferramentas de utilização em situações críticas ou extremas.

Ocorrências como resgate e negociação com reféns, controle de distúrbios civis, ações policiais de choque, neutralização e destruição de artefatos explosivos e qualquer outra ocorrência que exija um conhecimento mais profundo em gerenciamento de crises não são o único foco de um time tático especializado. Nada impede que a "polícia não convencional" atue no campo investigativo, no policiamento ostensivo, preventivo, ou repressivo. Todo policial atualmente tem uma formação inicial semelhante e vai angariando conhecimentos durante sua vida profissional que o habilitam a desenvolver atividades distintas e específicas em determinadas áreas de atuação.

Não podemos fazer com que uma parte se torne maior que o todo. Precisamos destacar o valor de um time tático, não obstante não podemos desprezá-lo na execução de atividades rotineiras de polícia. Entendo que o aspecto de padronização das atividades policiais especiais e o treinamento constante diferenciam de sobremaneira esses grupos, que por vezes se destacam dos demais apenas por demostrar mais força de ação ou destacarem o aspecto da superioridade relativa. Cabe a nós, como gestores e executores de "polícia não convencional", procurarmos adequar nossos conhecimentos específicos às necessidades da sociedade, que já está tão sofrida e de certa forma descrente da Segurança Pública.

Um Grupo Tático-Operacional de renome é uma ferramenta plenamente coerente no desempenho da atividade fim da polícia. Nada impede que um cirrurgião faça um pequeno curativo. Isso não diminui sua imagem profissional, pelo contrário, o engrandece, pois comprova que ele domina do mais simples ao mais complexo procedimento. Ao crime pouco importa se o policial é Civil, Militar, integrante de time tático ou apenas um aluno do curso de formação na academia. A polícia unida, homogênea, independente de que vertente venha, é mais forte que seus subgrupos, sejam eles especializados ou não. "Nenhuma corrente é mais forte que seu elo mais fraco". Unidos, nós policiais podemos mais, unidos nós policiais faremos com que o crime sucumba diante de nossa força, força em bloco. Padronização de procedimentos e treinamento constante são aspectos muito, muito importantes. Mas não superam a coragem e a determinação de um policial que conhece seu potencial e acredita em sua instituição.
Unidos somos mais fortes!
Informações do Forúm Brsileiro de Segurança